quarta-feira, 28 de agosto de 2019

AGENTES DE ENDEMIAS REALIZAM O TERCEIRO LIRAa DE 2019 EM SENHOR DO BONFIM


Equipes visitam quase 900 imóveis até sexta (30). Além de identificar e eliminar focos, o trabalho determina estratégias de combate ao Aedes aegypti para os próximos dias.

Vinte Agentes de Endemias estão nas ruas de Senhor do Bonfim para o terceiro Levantamento de Índice Rápido do Aedes aegypti (LIRAa) em 2019.

Até sexta-feira (30), serão visitados 879 imóveis em áreas do perímetro urbano para identificar, coletar e eliminar possíveis criadouros do Aedes aegypti, que transmite doenças como Dengue Zika e Chikungunya.

A previsão é de que o resultado seja encaminhado ao Ministério da Saúde até a próxima semana.

Desde janeiro deste ano, foram 168 notificações e 17 casos confirmados de dengue na cidade. Segundo a coordenação de Endemias, com o início de mais um período quente, a orientação é redobrar os cuidados.

"A gente reforça o nosso convite para que a população evite os criadouros nas residências. 
Com o período quente, nosso trabalho entra em estágio de alerta, porque as características climáticas favorecem a proliferação do vetor devindo ao considerável numero de reservatórios que acumulamos em nossas residencias. Devemos tirar uns minutos e vistoriar o imóvel e os objetos em nosso quintais. As ações de alguns não podem comprometer todos", ressaltou Marlon Reis.

De acordo com a coordenação, serão visitados 20% dos imóveis nos quarteirões sorteados pelo programa do LIRAa do Ministério da Saúde. Os trabalhos são realizados de 8h às 14h.

O Ministério da Saúde e a Secretaria de Saúde da Bahia (SESAB) recomenda a realização de quatro levantamentos para o ano de 2019, sendo que os dois anteriores ocorreram em Fevereiro e Maio. O mais recente apontou índice de infestação de 14.6.

"Através deste resultado, a gente estabelece estratégias de trabalho, quais bairros estão mais infestados e as características dos depósitos encontrados. Em Maio, os principais focos estavam em depósitos como, caixa d’agua, pequenos reservatórios com tonéis e locais previsíveis e todos dentro dos domicílios", lembrou Marlon.

Se o mosquito pode matar, ele não deve nascer!               

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