2 de agosto de 2022

MOTORISTA BÊBADO FOGE DE POSTO DE COMBUSTÍVEL SEM PAGAR ABASTECIMENTO E ACABA PRESO PELA PRF APÓS PERSEGUIÇÃO DE QUASE 50 QUILÔMETROS NA CHAPADA DIAMANTINA



Segundo o frentista, o homem abasteceu com mais de 50 lts de gasolina e evadiu-se do posto em alta velocidade.


Na tarde de ontem (31/07), em ação rápida da Polícia Rodoviária Federal (PRF) prendeu um homem alcoolizado após aplicar um golpe em um posto de combustível na cidade de Seabra (BA), distante 470 quilômetros da capital baiana.

A ação foi desencadeada quando um frentista procurou o posto da PRF para denunciar o golpe (estelionato) e relatou que um homem a bordo de uma caminhonete Montana, de cor prata teria abastecido o carro com 50,43 lts de gasolina e evadiu-se sem pagar o valor do combustível, que totalizou R$ 271,33.

Prontamente, os policiais iniciaram as diligências e nas proximidades do povoado Veredinha (Km 428 BR 242) localizaram o veículo suspeito. Foi dada ordem de parada, porém o motorista desobedeceu o comando e teve início um acompanhamento tático. Foram realizadas várias tentativas de parada, com o uso dos dispositivos sonoros e de iluminação de emergência (giroflex).

O carro foi interceptado após quase 50 Km de perseguição já na altura do quilômetro 472 (povoado Lagoa Dionísio), na cidade de Ibitiara.

Ao se aproximarem do motorista, a equipe percebeu que o homem apresentava sinais claros de embriaguez como odor etílico, olhos vermelhos, fala arrastada e ideias desconexas. Ele foi submetido ao teste com etilômetro, cujo resultado aferiu 0,49 mg/L (miligramas de álcool por litro de ar expelido dos pulmões).


Questionado, o homem de 52 anos que reside em Brasília (DF) informou que tentou fazer o pagamento com cheque e que pediu alguns dias de prazo, mas o pedido não foi aceito.


Ele foi apresentado à autoridade policial de plantão para registro da ocorrência e formalização dos procedimentos cabíveis.


O crime do artigo 171 (Estelionato) está previsto no Decreto-Lei nº 2.848 do Código Penal Brasileiro “Obter, para si ou para outrem, vantagem ilícita, em prejuízo alheio, induzindo ou mantendo alguém em erro, mediante artifício, ardil, ou qualquer outro meio fraudulento”. Tem pena de reclusão, de um a cinco anos, e multa.


PRF

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