Encontro Regional de Radialistas vai acontecer em Capim Groso


Evento reunirá comunicadores da região e da capital.

A “Influência dos meios diante dos avanços tecnológicos” é o tema do Iº Encontro Regional Norte/Noroeste de radialistas e comunicadores da Bahia que acontecerá em Capim Grosso entre os dias 23 e 24 de novembro. O objetivo é aproximar comunicadores comunitários e radialistas atuando nas redes comerciais, tendo como ponto de partida a ética e a regularização profissional no atual cenário midiático.

O encontro é organizado pela diretorial regional do Sindicato dos Trabalhadores em Rádio, Tv e Publicidade da Bahia (SINTERP/BA). Sione Santos e André Araújo são responsáveis pela mobilização na região e esperam como saldo a qualificação da atividade: “A maioria das pessoas trabalham sem curso de formação, ou mesmo reflexão da atividade”. Sione é comunicador comunitário, já André é Radialista,ambos esperam quebrar paradigmas entre os colegas: “O compromisso com a sociedade é que norteia o dia a dia do radialista e do radiodifusor comunitário”.

É esperada a presença de representantes de pelo menos 20 cidades das regiões Norte e Noroeste da Bahia, entre as quais Quixabeira, Várzea do Poço, Serrolândia, Mairi, Várzea da Roça, Ponto Novo, Saúde, Filadélfia, Itiúba, Senhor do Bonfim, Jacobina, Morro do Chapéu, Coité, Jaguarari, Nordestina, Queimadas, São Domingos, Pintada e Uauá.

Everaldo Monteiro, coordenador do SINTERP BA, ressalta que a programação foi pensada com o objetivo de atender a algumas demandas e carências com os comunicadores atravez da formação,alem de intensificar a campanha de sindicalização no estado, juntamente com a campanha nacional promovido pela FITERT-Federação dos Radialistas: “As empresas não investem na qualificação profissional, e o sistema público de educação técnico e superior ainda é incipiente para ampliar a formação na comunicação. Por isso, estamos buscando parcerias com o governo do estado e Instituições de ensino e Profissionais do próprio mercado para solidificar essas atividades”. Monteiro também destaca que a falta de formação acarreta não só em informações e linguagem equivocadas à população, mas também na perda de autonomia do comunicador frente ao poder político, econômico ou religioso

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