Cada acorde que soou deixou uma marca.
E, se você permitir, ela continua vibrando aí dentro — mesmo agora, no silêncio.
O Cordas Soltas não termina quando o último som desaparece. Termina quando cada um de nós voltou para casa diferente. Mais leve. Mais desperto. Mais perto de si mesmo.
No nosso concerto, o violão falou a linguagem do que é verdadeiro. E nós ouvimos. Ouvimos a coragem de sentir, a beleza do simples, a força do que toca fundo.
Agradecemos a cada pessoa que esteve presente, que respirou junto, que deixou o coração aberto para essa travessia musical. Que vocês levem sempre consigo não apenas as obras, mas o que elas provocaram. Porque a música — quando é sincera — continua caminhando com a gente muito depois do aplauso.
Agradecemos aos amigos, familiares e apoiadores, nosso agradecimento especial a você Neto Maravilha, a Walterley e ao Ranieri que nos receberam no início do nosso projeto, em tempo agradecemos à Escola Estadual de Tempo Integral de Antônio Gonçalves que também nos recebeu e a Escola Estadual Professor Paulo Batista Machado que nos cedeu o espaço para que nosso concerto acontecesse.
Que a arte siga encontrando vocês nos lugares mais inesperados.
Muito obrigado! E que as cordas continuem soltas, sempre.
Com carinho Valber Santana e Pedro Henrique Medeiros
